
''Eu nunca me dei ao trabalho de tentar conquistar alguém,na verdade já tentei,mas nada foi tão forte..."
-Um dia estava ela,com sua mente totalmente livre e perfeita,escrevendo ao seu amor,não estava escrevendo uma carta de amor,muito menos versos que talvez ele nem iria ler. Ela estava em uma conversa que talvez decidiria seu estado de lá pra cá... eu te amo,dizia ela confiante,mas com um pouco de medo da quele amor ser totalmente platônico... mesmo assim,ela não desistia.
Ela não suportava ouvir um não,mas também,teria que saber lidar com isso,vai que um dia de repente,um não a chocasse.
Não sabendo mais o que fazer,decidiu partir para suas poesias,tentou,chorou,escreveu milhos de vezes frases iguais, mas nenhuma se encaixara na quele amor. O que há,como podes sentir isto? já estava ao ponto de ser uma obsessão,um vicio,uma necessidade.
"Já não aguento,preciso deste amor"... então resolveu fazer o que seu coração mandava,ou melhor,o que sua mente gritava.
Em uma tarde,já quase noite,ela se trancou em um quarto escuro,quebrou todos os vidros que avistara,jogou-os ao chão,sentou-se em cima desesperadamente,e começou a gritar. Eram gritos que jamais ninguém poderia ouvir,gritos de amor,decepção,de ódio,raiva, estava tudo sendo desabafado por uma garotinha de apenas 15 anos. O que a levara a fazer isto? "eu o amo,isso jamais poderá acabar, exceto..." ela ja estava certa do que iria fazer,então jogou sua mão esquerda em cima de uma mesa,e com a outra pegou um pedaço de vidro,ali estava sua vida inteira jogada ao chão escrita por gotas de sangue.
Dias depois,foram encontrados pedaços de papeis cortados ao lado da mesa,juntando-os formava:
"- Quando eu choro,eu te imagino,e além de quebrar meu coração mais uma vez,me torno forte,ao ponto de conseguir seguir em frente.Mas hoje basta,é o fim,só Deus sabe o quando eu te amei."
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